A pobre zebra zurrou ou relinchou tanto ao ver a imagem abaixo que até mudou de cor.

Quantas matérias são necessárias para dizer que pessoas acima do peso não devem usar NUNCA listras na horizontal.
A pobre zebra zurrou ou relinchou tanto ao ver a imagem abaixo que até mudou de cor.

Quantas matérias são necessárias para dizer que pessoas acima do peso não devem usar NUNCA listras na horizontal.
22 set, 2009
Posted by: claudiamidori In: O que é isso?
O número de roubos a turistas estrangeiros em Buenos Aires aumentou 79% nos primeiros 11 meses do ano em comparação com igual período de 2003, segundo estatísticas policiais publicadas pelo Clarín.
Prova disso:

Embora os termômetros marcassem um pouco mais de 10 graus, os ladrões não tiveram dó e roubaram a calça dela…
Difícil dizer o que é mais cafona na Suzana Vieira (isso porque ela já não ostenta mais aquela HORROROSA cabeleira loira).
Será o vestido? Ou a combinação esdrúxula com a esdrúxula sandália vermelha?

Ou a faixa cor-de-rosa da bolsa? Não sei.

Na verdade, pior de tudo é o fato de ela chamar a imprensa e ir passear no centro do Rio, pra abraçar o povo – após uma básica troca de figurino – e sorrir para as câmeras, sem saber disfarçar (mas a mulher não é atriz??) o nojinho.

Estará Suzaninha pensando nas eleições de 2010? Humm. Outra coisa cafona.
fonte: EGO
Como mais uma entre as milhares de mulheres normais do mundo, estou pra lá de interessada no novo “movimento” do mundo da moda. O negócio agora é evitar o uso mágico do Photoshop na criação de beldades barbéticas (adj. fm, relativo à boneca Barbie) nos editoriais e capas de revistas. Afinal, modelos são mulheres, certo?
Segundo matéria da revista Época desta semana, após passarem os últimos anos abusando da manipulação de imagens para criar “supermulheres”, os profissionais de moda e beleza reconhecem que cometeram excessos. A onda agora é defender a volta da beleza natural, fazendo, no máximo, intervenções discretas para cobrir pequenas manchas ou espinhas, mas que “não deixem as modelos parecidas com criaturas sintéticas, verdadeiros ‘objetos de marte’, como as descreveu o fotógrafo alemão Peter Lindbergh”.
Ainda segundo a revista, em abril algumas atrizes e modelos brasileiras deram os primeiros sinais de que a tendência pegará por terras tupiniquins: Luiza Brunet, Isabeli Fontana, Raquel Zimmermann e Marcele Bittar posaram – sem maquiagem ou retoques pós-produção – para a exposição Mulheres de Verdade, exibida no Rio. Eu achei o máximo ver manchinha de espinha, cicatriz e ruguinhas em algumas das mulheres que geralmente surgem nas revistas como perfeitas – e isso não por inveja, mas por satisfação de saber que elas são como nós: normais. Isso sim é modelo.

E claro, o movimento começou na Europa. Esse mesmo cara, o alemão Peter Lindberg, foi quem fez as alardeadas capas da Elle francesa – publicadas entre abril e maio deste ano –, que trouxe ninguém menos que Mônica Bellucci (pra mim, uma das mulheres mais lindas do cinema) e Eva Herzigova entre outras, todas lindas e sem retoques, do jeito que acordam pela manhã.

Não que eu seja suuuuper formadora de opinião, mas apóio.
E viva a beleza naturaaaaal!
)
Às vezes minhas amigas viram pra mim e dizem: “só você fica bem com isso!” ou “eu não teria coragem de usar, mas em você fica lindo”. Hahaha. Não sei nem o que dizer nessas horas além de “obrigada”.
Porque eu adoro acessórios diferentes. Gosto mesmo. Tenho uma bolsa de tecido roxa que só largo quando ela não ‘orna’ de jeito nenhum com a ocasião, pois usar roupinha padrão não é comigo mesmo. Dia desses comprei um par de óculos escuros amarelos. Lindos. Super “cheguei”, mas lindos. Não ligo de ser notada por usar algo diferente. Prefiro assim do que nunca ser notada porque ninguém me enxerga no mar bege em que vive a maioria das pessoas.
Enfim, adoro acessórios. Quando estive em Londres (no ano passado passei um mês lá) me senti realizada fashionisticamente, porque as pessoas têm uma liberdade – e uma criatividade – absurda pra fazerem moda. Todo mundo usa o que quer, o que acredita que lhe cai bem, e é feliz. Claro que a gente vê muita tragédia, mas o desprendimento em relação à opinião alheia é algo que faz enorme diferença na auto-estima dos londrinos.
Uma coisa que, a princípio, achei bem estranha foi um modelo feioso de bota que muita gente usava por lá.

Depois, ao perceber que a tal da bota caía muito bem em algumas produções e causava impactos visuais interessantíssimos, decidi que queria ter uma. Só que bobeei e não comprei a minha lá mesmo…



De origem australiana, as Ugg Boots são feitas com pelo de ovelha (o que as deixa muito quentinhas por dentro) e têm diversos modelos legais. Se você pesquisar na web vai achar gente falando bem e gente falando mal, mas eu, particularmente, adoro. Tenho que comprar um par pra mim.
Aqui tem um site especializado nas botinhas charmosas, mas o preço deles é MUITO CARO. Aqui, outro também caro, ainda mais se considerarmos que tenho que pagar frete intercontinental pra me enviarem minhas Uggs da Austrália.
Se alguém souber onde encontro no Brasil me avisa? Se for em São Paulo, melhor ainda.

A alta agora são as festas juninas. Vestidinho xadrez, botas, fogueira. Opa, vale se vestir de fogueira?

Pois é, tem moda até de Curupira.
Outros posts sobre o tema e a brincadeira sugerida pelo MdeMulher:
* Sam Samshiraishi
* Blog da Ti
* Liliane Ferrari
* Bolsa de novidades
* Simone Miletic
* Especial MdeMulher
* Aventuras gastronômicas
* Nubibella
Era umas 10h de um dia que os termômetros marcavam 9 graus. Nove graus! Um puta frio, um puta vento, e essa menina resolve se vestir de cowgirl de shorts!???
Infelizmente não tive muita cara de pau de fotografá-la usando um Ray Ban gigante para a manhã cinzenta, num passeio pelo Cemitério da Recoleta, em Buenos Aires.

O que leva uma pessoa usar um casaco roxo brilhante? A foto foi tirada na Casa Rosada, em Buenos Aires, num domingo de sol tímido, pouco vento e termômetro marcando uns 17 graus.
E o cabelinho??? Algumas pessoas precisam usar chapinha. O cabelo parecia um sebo de tanto gel ou mousse para modelar a juba de leão.
E a faixa branca??? Meu deus, totalmente desnecessário. Vai ser breguinha assim na casa do chapéu!
Nem assim para afastar o mau olhado :p
Guéls,
Não pergunto se vocês se lembram porque esse blog tá tão parado que a última coisa que falamos foi justamente sobre a Carol, a moça costureira (post abaixo).
Então, acontece que depois de ganhar várias clientes (e fãs), o projeto “COSTURA SOB MEDIDA por Carolina Schon Moreira” virou loja.
Olhem o convite que recebemos aqui no Seja Básica:

O espaço funciona de segunda a sábado, e aos sábados vocês podem encontrar a Carol por lá.
Rua Benedito Calixto, 162, Pinheiros
Tel.: 3081-0641
Essa é pra quem gosta de peças exclusivas, mas não tem grana para pedir um modelo para o John Galliano.
Carol é uma amiga de uma amiga lá do trampo. Ela é uma exceção à regra das garotas mulheres da minha geração, pois tem talento para criar coisas com as mãos: ela costura!
(Posso até ouvir os “Ohhhhhhhhhhhh!!!”)
Sim, é isso mesmo, ela costura. Fora que tem idéias ótimas para as peças que cria e é supercaprichosa nos detalhes.
Eu mesma já comprei três vezes: duas blusas e um vestido. Também já encomendei mais duas blusas e outro vestido, só que pra minha irmã, que viu o meu e adorou.
E tudo com preço muito bom, viu?
Algumas coisinhas que ela tem pra vender (algumas coisas são pronta-entrega, e outras só por encomenda):

A Carol tem perfil no orkut, onde expõe as peças que cria e fornece contatos. Quem tiver um perfil pode dar uma olhada no link “COSTURA SOB MEDIDA por Carolina Schon Moreira”.
Já quem não tá no Orkut (como eu) pode fazer contato com ela pelo e-mail csm.arteemvestuario@gmail.com e marcar uma visita.
Pode ter certeza que você já compra algo logo de cara.